Os romanos atribuem a fundação de sua cidade (Roma) à lenda dos irmãos Rêmulo e Rômulo, os quais, após terem sido abandonados no deserto, foram criados por uma loba, em cujo seio mamaram.
Séculos depois, na capital mundial da leseira baré, Rômulo, filho de um pajé perneta e de uma velha índia cega funda Rêmulo's: orgiodromo cuja finalidade é saciar sua insaciável sede de piriguetes sociais, mais conhecidas como "ninfetas verdinhas". Para tal melancólico propósito descolou um desfile, quando deveria ter sido uma prova de competência, para eleger suas "pupilas", loiretes, magreletes, gostosetes, etc. na currutela da ULBRA, formadora de PMs corruptos e universitários fracassados.
Lá pelas tantas, enjoado de comer do mesmo todo dia, o insáciável Rômulo, rei do Rêmulos, promoveu um bacanal em sua gaiola das loucas, o CIOPS, antro de suas bravatas e anedotas descabidas, faltou palco de polydance, mas teve dancinha e tudo. Mais tarde, não satisfeito com sua perversão, patrocinou um banho, estilo das "termais" da Antiga Grécia, com direito a top-less e muita cana, da brava (tá pra ti?).
O General não fala com pracinha, mas gosta das meninas da praça, da manguaça e da pirraça. Tem lá uma tal de Casa das Sete Mulheres, para variar um pouco. Olho que tudo vê, sempre atento. Gigante aumenta, mas não inventa.
Hoje, acordei 5 horas da manhã, motivo: minha mulher tinha uma cirurgia marcada, havia mais de uma semana.
Chegamos no hospital antes da seis, já estava lotado, como sempre. As balconistas da recepção, mal -educadas e grossas como sempre, nos atenderam daquele jeito de sempre. Ficamos na fila esperando um leito, porque todos estavam ocupados, sem previsão de disponibilidade, como sempre.
Ficamos em pé um bom tempo, como o tempo de sempre, pois havia nos bancos pessoas dormindo, mulheres grávidas gemendo de dor, outras pessoas passando outros tipos de mal, além do próprio mal do hospital, de sempre e sempre.
O tempo passava e uma só história se repetia, mulheres chegavam com suas enormes barrigas e voltavam com o mesmo peso, só a dor era maior que elas. Não havia leito, fazer o quê? É sempre assim.
Já era uma multidão de quase indigentes, uns gemiam, outros preferiam esquecer o mundo real e tirar uma soneca que os libertasse, pelos menos momentaneamente, daquele sufrágio.
Um banheiro para sei lá quantos, se demorasse, arriscava fazer ali mesmo. Uma senhora, em um canto, contava e rolava as bolinhas do terço na mão. Não sei para quê, nem para quem rogava, mas a razão só podia ser aquele purgatório no qual sua alma fora jogada para expiar.
Um pai chegou carregando o filho, um menino pálido e magro, não fossem os olhos que me fitavam, pensaria que estivesse morto. Ficou ali horas, jogado em uma banco que alguém cedera por piedade, e seu pai chorou o choro de todos nós e sofreu o nosso sofrimento, essa é a comunhão dos miseráveis que o Estado, há muito, abandonou.
A mulher continuava suas incessantes Ave-Marias, mas preferi Kant e sua metafísica: eu era no tempo e no espaço exatamente aquilo que eu pensava que era.
Vencidos pelo cansaço, três e trinta da tarde, deixamos o hospital sem ser atendidos, mas não sem antes sermos humilhados por uma mulher que tinha no peito, arrogantemente, letras amarelas que juntas diziam: SERVIÇO SOCIAL.
Me sinto um lixo que sabe ler e escrever. Dizem que sou um cidadão, tenho direito à vida, à liberdade, à educação, entre outras coisas. Entretanto, primeiro tenho que pagar meus impostos. Mas quando procuro atendimento médico, eis o que me ocorre. Aliás, como sempre, não é mesmo?
Pensei tudo isso enquanto declarava meu imposto de renda, do qual cerca de 12% deve, obrigatoriamente, ser destinado à saúde pública. O Brasil arrecadou em 2009 mais de um trilhão em impostos. O Governo do Estado diz que investe 23% na saúde, com uma arrecadação de mais de R$ 20 bilhões só do Pólo Industrial de Manaus.
Enquanto isso, vou continuar pagando a UNIMED para, até quando?, permanecer sendo tratado, como hoje, feito um bicho.
É mole!?
Irmãos Coragem e os mais de Quarenta Ladrões
Postado por testabala@hotmail.com on sábado, 6 de março de 2010Os Souza (quadrilha de altíssima periculosidade em Manaus) são mesmo uns caras-de-pau. Queriam nada menos do que dominar a Terra. Algo sonhado apenas pelos maníaco-depressivos Napoleão Bonaparte e Adolph Hitler. Mas nem o Credicard me pagaria a cena do Wallace, ao ser preso, ameaçando os tiras, dizendo: "Eu vou ser o Secretário de Segurança desse Estado!". Ora, o Sá-fado Cavalcante nem chegava aos pés do Coragem. Nessa, até o Negão entrou numa fria: meter a mão no dinehiro alheio, cobrar propinas de empreiteiros, lavar dinheiro, vá lá. Mas partir para o crime organizado, com grupo de extermínio e tudo que a máfia ciciliana tem direito, nem o dito cujo chegou a tanto.
Wallace (atualmente, mais parecido com Jerry, o réptil alienígena grávido de Inimigo Meu), faria uma bela dupla com o Omar, carne e unhha: ambos são pedófilos, gostam de se relacionar com traficantes, e são amigos do Dudu...
Mas por falar em pilantra, por onde anda o Sabinada e seu filho mongol? Tem gente que não tira mais a boca do abil. Fala aí, Carlos. Por onde anda o Nefausto?
Quem tá se achando, mano, é a tal de Marmirtes (será que ela parou com a mania de dar para os PMs?). Essa gata anda conversando demais com o Negão. Minha mãe sempre me disse para não andar com más companhias: Ops! desculpa, ela não tem mãe, foi achada no lixo (não é isso?).
Por falar em lixo, a Nossa Senhora da Conceição Sampaio (protetora dos ingnorantios, anarfabetos, digo, eleitores do Malmenino) esqueceu os buracos da cidade, por quê será? Quem está com saudades dela é o Sarafa, de quem a deputando lembrava todo dia; por causa deles, os buracos lunares (esses mesmos que você vê por aí, é, só mudaram de dono).
Enquanto isso, na Sala da Injustiça, continuo pagando R$ 149 paus por 200K para uma empresa aproveitadora. Cadê a internet do Atrazonino, a Jeguenet? É tão rápida que ninguém vê.
O monotrilho deve ser um tipo de ônibus expresso com rodas de um lado só. Espero que aprovem logo o transporte proposto por um acéfalo da câmara: o CRT (Canua Rápida Tá) que vai levar os cabocos, pelo rio, da zona Leste à zona Sul (à beira, mano), e virce-versa, em pouco mais de três horas, muito menos do que um Estresso leva para chegar ao T-4. Um transporte que não polui, não congestiona, não precisa de viaduto, passagem de nível, nem parada (e ainda é passeio turístico). Um gênio esse camarada!!! Ôh, jegueira!!!
Os ratos vão começar a sair do esgoto:
CONFIRMA!
Parabéns! Votação encerrada.
