Os romanos atribuem a fundação de sua cidade (Roma) à lenda dos irmãos Rêmulo e Rômulo, os quais, após terem sido abandonados no deserto, foram criados por uma loba, em cujo seio mamaram.
Séculos depois, na capital mundial da leseira baré, Rômulo, filho de um pajé perneta e de uma velha índia cega funda Rêmulo's: orgiodromo cuja finalidade é saciar sua insaciável sede de piriguetes sociais, mais conhecidas como "ninfetas verdinhas". Para tal melancólico propósito descolou um desfile, quando deveria ter sido uma prova de competência, para eleger suas "pupilas", loiretes, magreletes, gostosetes, etc. na currutela da ULBRA, formadora de PMs corruptos e universitários fracassados.
Lá pelas tantas, enjoado de comer do mesmo todo dia, o insáciável Rômulo, rei do Rêmulos, promoveu um bacanal em sua gaiola das loucas, o CIOPS, antro de suas bravatas e anedotas descabidas, faltou palco de polydance, mas teve dancinha e tudo. Mais tarde, não satisfeito com sua perversão, patrocinou um banho, estilo das "termais" da Antiga Grécia, com direito a top-less e muita cana, da brava (tá pra ti?).
O General não fala com pracinha, mas gosta das meninas da praça, da manguaça e da pirraça. Tem lá uma tal de Casa das Sete Mulheres, para variar um pouco. Olho que tudo vê, sempre atento. Gigante aumenta, mas não inventa.
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